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	<title>Livro &#38; Café</title>
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	<description>Literatura, livros e afins</description>
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		<title>O jardim de cimento (Ian McEwan)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Ian McEwan]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Inglesa]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[ “Vi uma coisa hoje no jardim que me chocou”, eu disse. É mesmo?”, perguntou Julie. “O que foi?” “Uma flor.” Crianças possuem praticidade embutida na ingenuidade. Se você é adulto e vem com esse papo de ingenuidade, saiba que na &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/16/jardim-de-cimento-ian-mcewan/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
Leia também:<ol>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2012/03/22/solar-ian-mcewan/' rel='bookmark' title='Solar, Ian McEwan'>Solar, Ian McEwan</a></li>
</ol>]]></description>
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<p>// ]]&gt;</script></p>
<p style="text-align: right;"> <strong><em>“Vi uma coisa hoje no jardim que me chocou”, eu disse.</em></strong><br />
<strong><em>É mesmo?”, perguntou Julie. “O que foi?”</em></strong><br />
<strong><em>“Uma flor.”</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/05/O.Jardim.de_.Cimento.Ian_.McEwan1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3388" title="O.Jardim.de_.Cimento.Ian_.McEwan1" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/05/O.Jardim.de_.Cimento.Ian_.McEwan1.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a>Crianças possuem praticidade embutida na ingenuidade. Se você é adulto e vem com esse papo de ingenuidade, saiba que na maioria dos casos ele será traduzido com desconfiança e mais algum adjetivo desagradável. <strong>O Jardim de Cimento </strong>(<strong>Ian McEwan</strong>, tradução de Jorio Dauster, Cia das Letras) fala sobre isso: até onde vai a ingenuidade infantil em tentar resolver uma delicada situação da melhor forma possível? E a melhor forma possível (que serve para muitos outros casos da vida) não é simplesmente procurar as autoridades e explicar a situação, pois algumas são inexplicáveis e fazem qualquer outro passo para tentar resolve-la inexplicável também; impossível; surreal. E assim é a história das crianças Julie, Jack, Sue e Tom que tentam sobreviver ao abandono involuntário de seus pais. <span id="more-3385"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começa quando o pai das crianças compra cimento para “circundar a casa com uma superfície de concreto”, porém, causas naturais da vida não permitem que a vontade do pai seja realizada e o cimento ganha outra função familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem narra a história é Jack, então com 15 anos e passando por situações pertinentes à puberdade. Além deles há também o namorado de Julie que funciona como um ponto importante para que a vida dos quatro irmãos volte à normalidade social, porém ele chega tarde, quando os irmãos já têm um segredo difícil de ser explicado, mas que, por meio da narrativa visceral de Ian McEwan é possível compreender, pois, de certa forma, são as atitudes ingênuas e obscuras da família que mantêm a união dos irmãos.</p>
<p style="text-align: justify;">A história é curta (136 páginas), porém repleta de acontecimentos (está sendo difícil escrever este texto sem um spoiler), mas posso utilizar como exemplo a minha mãe que não gosta muito de ler, tampouco ver filmes, ela simplesmente dorme, porém O Jardim de Cimento ela leu rapidamente, adorou a história. Talvez porque a mãe das crianças é uma das personagens mais importante, onde elas depositam suas atitudes incomuns, que as tornam vítimas de seus próprios instintos.</p>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/09/23/leitura-errada/' rel='bookmark' title='Leitura errada'>Leitura errada</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/03/22/solar-ian-mcewan/' rel='bookmark' title='Solar, Ian McEwan'>Solar, Ian McEwan</a></li>
</ol>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (3)</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de Leitura 2666]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Chilena]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Bolaño]]></category>

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		<description><![CDATA[PARTE 1 &#8211; A PARTE DOS CRÍTICOS Eu não disse quais são “as partes”, então vamos lá: Estou na parte dos críticos, página 75. A ideia é chegar até a página 162 neste mês para completar a primeira parte. Parece &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/14/diario-de-leitura-2666-de-roberto-bolano-3/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
Leia também:<ol>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/05/07/2666-bolano-1/' rel='bookmark' title='Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño  (1)'>Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño  (1)</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/05/09/diario-de-leitura-2666-de-roberto-bolano-2/' rel='bookmark' title='Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (2)'>Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (2)</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/26/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-1/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<p>// ]]&gt;</script></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>PARTE 1 &#8211; A PARTE DOS CRÍTICOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Eu não disse quais são “as partes”, então vamos lá:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/05/Foto0176.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-3370" title="Foto0176" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/05/Foto0176.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estou na <strong>parte dos críticos, página 75</strong>. A ideia é chegar até a página 162 neste mês para completar a primeira parte. Parece simples, mas infelizmente ninguém me paga para ficar em casa lendo e escrevendo, portanto eu tenho as obrigações de todo cidadão comum: trabalhar das oito às cinco e duas vezes por semana ir à faculdade. E também sou filha de Baco, preciso me divertir. E tenho minha família para visitar, amigas para conversar, etc e tal. E também os outros livros, claro: o diário e uma biografia de <a href="http://livroecafe.com/tag/virginia-woolf/" target="_blank">Virginia Woolf</a> e alguns contos de <a href="http://livroecafe.com/tag/katherine-mansfield/" target="_blank">Katherine Mansfield</a>. Não é fácil enfrentar um livro de 850 páginas, porém prazeroso. <span id="more-3369"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os personagens que comentei nos posts anteriores (Pelletier, Morini, Espinoza e Norton) continuam se relacionando, criando vínculos maiores, outros menores, e tudo com literatura sabor pesquisa eterna. Se eles vão ao bar, falam de literatura; se passeiam no parque, falam de literatura; se vão para um congresso sobre literatura&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E agora começam pequenas suposições sobre a verdadeira identidade de Archimboldi, o escritor que os quatro amigos pesquisam, é vivo, mas nenhum deles conhece pessoalmente. Será que ele existe mesmo? Quanto anos ele tem? Onde mora? Tudo me leva a crer que Archimboldi terá uma ligação direta com “os crimes” (a 4ª parte), pois personagens misteriosos possuem essa qualidade de desviar nossa atenção para o verdadeiro criminoso, ou não. Bolaño é que é o mistério.</p>
<p style="text-align: justify;">[faltam 87 páginas para finalizar a primeira parte. Hoje é dia 14, tenho 16 dias para ler. 87 dividido por 16 dá 5,43. Seis páginas por dia até o dia 30. <strong>Tá tranquilo.</strong>]</p>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2012/05/07/2666-bolano-1/' rel='bookmark' title='Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño  (1)'>Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño  (1)</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/05/09/diario-de-leitura-2666-de-roberto-bolano-2/' rel='bookmark' title='Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (2)'>Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (2)</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/26/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-1/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)</a></li>
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		</item>
		<item>
		<title>A vida do escritor e seu romance</title>
		<link>http://livroecafe.com/2012/05/13/a-vida-do-escritor-e-seu-romance/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-vida-do-escritor-e-seu-romance</link>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[frases]]></category>
		<category><![CDATA[O avesso da vida]]></category>
		<category><![CDATA[Philip Roth]]></category>

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		<description><![CDATA[O que as pessoas invejam nos romancistas não são as coisas que os romancistas julgam invejáveis, e sim as personalidades atuantes cuja vontade o autor faz, a irresponsabilidade a lhe grudar e despegar da pele, o regozijo não no &#8216;eu&#8217; &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/13/a-vida-do-escritor-e-seu-romance/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/07/17/o-quarto-de-jacob-o-primeiro-romance-livre-de-virginia-woolf/' rel='bookmark' title='O quarto de Jacob, o primeiro romance livre de Virginia Woolf'>O quarto de Jacob, o primeiro romance livre de Virginia Woolf</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/02/04/bukowski-vida/' rel='bookmark' title='Charles Bukowski e os melhores momentos na vida'>Charles Bukowski e os melhores momentos na vida</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/02/19/minha-vida-de-tras-para-frente/' rel='bookmark' title='Minha vida de trás para frente'>Minha vida de trás para frente</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">O que as pessoas invejam nos romancistas não são as coisas que os romancistas julgam invejáveis, e sim as personalidades atuantes cuja vontade o autor faz, a irresponsabilidade a lhe grudar e despegar da pele, o regozijo não no &#8216;eu&#8217; e sim no &#8216;eu&#8217; que escapa, mesmo que implique &#8211; principalmente quando implica &#8211; acumular aflições imaginárias sobre si mesmo. O que é invejado é o dom para a autotransformação teatral, a forma como eles conseguem afrouxar e tornar ambígua sua conexão com a vida real pela imposição de talento. O exibicionismo do artista maior está relacionado a sua imaginação; ficção para ele, é ao mesmo tempo uma hipótese jocosa e uma suposição séria, uma maneira imaginativa de averiguação &#8211; tudo aquilo que o exibicionismo não é. Mas, se for, será o exibicionismo interno, o exibicionismo escondido. Não é verdade que, contrário ao que acha a maioria, é a distância entre a vida do escritor e seu romance o aspecto mais intrigante de sua imaginação?</span></p>
</blockquote>
<p><strong>Philip Roth, O avesso da vida, tradução de Beth Vieira, p. 242. Cia das Letras</strong></p>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/07/17/o-quarto-de-jacob-o-primeiro-romance-livre-de-virginia-woolf/' rel='bookmark' title='O quarto de Jacob, o primeiro romance livre de Virginia Woolf'>O quarto de Jacob, o primeiro romance livre de Virginia Woolf</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/02/04/bukowski-vida/' rel='bookmark' title='Charles Bukowski e os melhores momentos na vida'>Charles Bukowski e os melhores momentos na vida</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/02/19/minha-vida-de-tras-para-frente/' rel='bookmark' title='Minha vida de trás para frente'>Minha vida de trás para frente</a></li>
</ol>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>2º Sorteio &#8211; Estojo Mrs Dalloway</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:43:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sorteios]]></category>
		<category><![CDATA[Autêntica]]></category>
		<category><![CDATA[Sorteio. Mrs. Dalloway]]></category>

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		<description><![CDATA[A editora Autêntica fez a gentileza de enviar um outro exemplar do lindo Estojo Mrs Dalloway para sorteio. \o/ Vamos ser práticos e objetivos: Tuite a frase &#8220;Eu quero o Estojo Mrs Dalloway e por isso sigo @woolfv e @autentica_ed &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/11/2o-sorteio-estojo-dalloway/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
Leia também:<ol>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/04/20/sorteio-estojo-mrs-dalloway/' rel='bookmark' title='Sorteio: Estojo &#8211; Mrs Dalloway'>Sorteio: Estojo &#8211; Mrs Dalloway</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/05/10/dalloway-por-tomaz-tadeu/' rel='bookmark' title='Mrs Dalloway por Tomaz Tadeu'>Mrs Dalloway por Tomaz Tadeu</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/03/05/sorteio-de-camiseta-da-virginia-woolf/' rel='bookmark' title='Sorteio de camiseta!'>Sorteio de camiseta!</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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// ]]&gt;</script><br />
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<p>// ]]&gt;</script></p>
<p style="text-align: justify;">A editora <a href="http://www.autenticaeditora.com.br/" target="_blank">Autêntica</a> fez a gentileza de enviar um outro exemplar do lindo Estojo Mrs Dalloway para sorteio. \o/ Vamos ser práticos e objetivos:</p>
<div id="attachment_2907" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/04/estojo-mrs-dalloway.gif"><img class="size-medium wp-image-2907" title="estojo mrs dalloway" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/04/estojo-mrs-dalloway-300x300.gif" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mrs Dalloway, Virginia Woolf. Tradução de Tomaz Tadeu. Editora Autêntica, 2012.</p></div>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Tuite a frase <strong>&#8220;Eu quero o Estojo Mrs Dalloway e por isso sigo @woolfv e @autentica_ed e tb curto o blog Livro &amp; Café http://kingo.to/15t6&#8243;</strong></li>
<li style="text-align: justify;">Curta o <a href="http://facebook.com/livroecafe" target="_blank">Livro &amp; Café no Facebook</a></li>
<li style="text-align: justify;">Siga <a href="http://twitter.com/woolfv" target="_blank">@woolfv</a> e <a href="http://twitter.com/autentica_ed" target="_blank">@autentica_ed</a></li>
<li style="text-align: justify;">É importante mencionar o link &#8220;http://kingo.to/15t6&#8243; para validar o sorteio</li>
<li style="text-align: justify;">O ganhador deve ter endereço no Brasil</li>
<li style="text-align: justify;">O sorteio será dia 31/05/12, às 18 horas.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><a href="http://virginiawoolf.wordpress.com/tag/mrs-dalloway/" target="_blank">No blog Virginia Woolf há uma sequência de posts escritos por Tomaz Tadeu: &#8220;Um dia de junho de 1923: Mrs Dalloway e Cia. caminham por Londres&#8221;, não perca! </a></span></p>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2012/04/20/sorteio-estojo-mrs-dalloway/' rel='bookmark' title='Sorteio: Estojo &#8211; Mrs Dalloway'>Sorteio: Estojo &#8211; Mrs Dalloway</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/05/10/dalloway-por-tomaz-tadeu/' rel='bookmark' title='Mrs Dalloway por Tomaz Tadeu'>Mrs Dalloway por Tomaz Tadeu</a></li>
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		<title>Mrs Dalloway por Tomaz Tadeu</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 10:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Mrs. Dalloway]]></category>
		<category><![CDATA[Tomaz Tadeu]]></category>
		<category><![CDATA[Virginia Woolf]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição de Mrs Dalloway da editora Autêntica foi traduzida por Tomaz Tadeu que, além do romance mais famoso de Virginia Woolf, já traduziu outros livros interessantes. Falo dele porque a partir de sexta-feira irei publicar no blog Virginia Woolf um texto sobre Mrs Dalloway escrito &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/10/dalloway-por-tomaz-tadeu/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
Leia também:<ol>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/04/11/mrsdalloway/' rel='bookmark' title='Ah, Mrs. Dalloway'>Ah, Mrs. Dalloway</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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// ]]&gt;</script><br />
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<p style="text-align: justify;">A edição de <strong>Mrs Dalloway</strong> da editora<strong> Autêntica</strong> foi traduzida por <strong>Tomaz Tadeu</strong> que, além do romance mais famoso de Virginia Woolf, já traduziu outros livros interessantes. Falo dele porque a partir de sexta-feira irei publicar no blog <a href="http://virginiawoolf.wordpress.com" target="_blank">Virginia Woolf</a> um texto sobre Mrs Dalloway escrito por ele. E como o texto é longo e o tempo dos leitores curto, o texto será publicado em partes, então, este pequeno post é uma chamado <strong>para os woolfianos de plantão</strong> não deixarem de ler as partes do artigo intitulado “<strong>Um dia de junho de 1923: Mrs Dalloway e Cia. caminham por Londres</strong>“. Vocês vão conhecer com mais detalhes a obra Mrs Dalloway pelo olhar detalhado de um tradutor.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveito também para informar que amanhã começará <strong>mais uma promoção no blog Livro &amp; Café e @woolfv</strong> com o <strong>sorteio do Estojo Mrs Dalloway.</strong> Acompanhem o <a href="http://twitter.com/woolfv" target="_blank">twitter</a> e o <a href="http://livroecafe.com/" target="_blank">blog</a> para vocês não perderem nada, ok?!</p>
<p style="text-align: right;"><em>(via blog <a href="http://virginiawoolf.wordpress.com/2012/05/09/mrs-dalloway-por-tomaz-tadeu/" target="_blank">Virginia Woolf</a>)</em></p>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2012/04/20/sorteio-estojo-mrs-dalloway/' rel='bookmark' title='Sorteio: Estojo &#8211; Mrs Dalloway'>Sorteio: Estojo &#8211; Mrs Dalloway</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2011/04/11/mrsdalloway/' rel='bookmark' title='Ah, Mrs. Dalloway'>Ah, Mrs. Dalloway</a></li>
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		<title>Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (2)</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 10:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de Leitura 2666]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Chilena]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Bolaño]]></category>

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		<description><![CDATA[Parte 1 – A PARTE DOS CRÍTICOS Só porque eu estava achando a leitura fácil (pois alguns amigos disseram que Bolaño escreve difícil) encalhei da página 29 a 33, por que o escritor decidiu fazer uma digressão nessas páginas onde &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/09/diario-de-leitura-2666-de-roberto-bolano-2/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/26/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-1/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/31/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-3/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float: left; padding: 0 10px 10px 0; width: 300px;"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<p>// ]]&gt;</script></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>Parte 1 – A PARTE DOS CRÍTICOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Só porque eu estava achando a leitura fácil (pois alguns amigos disseram que Bolaño escreve difícil) encalhei da página 29 a 33, por que o escritor decidiu fazer uma digressão nessas páginas onde a única pontuação utilizada é a vírgula. Não fiquei sem fôlego, porque quando o ar falta no meio da frase, considero que a frase está errada. Já dizia Clarice Lispector “não mexa nas minhas vírgulas, é a respiração de minha frase”, ou algo assim. Fiquei mesmo sem rumo, sem norte, o “tico e o teco” falharam e eu tive de ler as 5 páginas duas vezes: à noite, quando os olhos estavam cansados; pela manhã, quando os olhos sentiram o ar do delicioso outono entrando pela janela . Ah, agora sim, entendi. E vamos continuar com a aventura dos quatro amigos mosqueteiros. <span id="more-3298"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mas Francine, você está chamando de aventura um livro onde quatro estudiosos só estudam e apresentam seus trabalhos em eventos literários de médio e grande porte? Mas quem disse que aventura é correr, pular, metralhar, matar pessoas? Aventura de verdade também acontece dentro da mente, que a cada explosão ganha nova vida, renasce, revive.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando uma história começa os personagens precisam ter um charme, aquela empatia que ninguém explica, mas sente, e assim aconteceu no começo de 2666. Agora estou mais íntima dos personagens e começo a conhecer suas rabugices, manias e desejos secretos. Aí vai um trecho de quando eles eram somente belezas:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;">No fim, sempre restavam eles quatro caminhando pelas ruas de Avignon com a mesma despreocupada felicidade com que haviam caminhado pelas enegrecidas e burocráticas ruas de Bremen, e como caminhariam pelas variegadas ruas que o futuro lhes tinha reservado, Morini empurrado por Norton, com Pelletier à sua esquerda e Espinoza à sua direita, ou Pelletier empurrando a cadeira de rodas de Morini, com Espinoza à esquerda e Norton, à frente deles, andando de costas e rindo com a plenitude dos seus vinte e seis anos, um riso magnífico que eles não tardavam em imitar embora certamente tivessem preferido não rir e só olhar para ela, ou então os quatro alinhados e parados junto à mureta de um rio historiado, isto é, um rio que não era mais selvagem, falando da sua obsessão alemã sem se interromperem uns aos outros, exercitando e degustando a inteligência do outro, com longos intervalos de silêncio que nem mesmo a chuva podia alterar.</span><br />
<strong>(p. 27, tradução de Eduardo Brandão)</strong></p>
</blockquote>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/26/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-1/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (1)</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/31/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-3/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)</a></li>
</ol>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño  (1)</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 08:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário de Leitura 2666]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Chilena]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Bolaño]]></category>

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		<description><![CDATA[Está aberta a temporada Diário de Leitura no blog Livro &#38; Café, o livro da vez é 2666, de Roberto Bolaño. Estou na página 27 e vim aqui no blog contar minhas primeiras impressões com a escrita do chileno que &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/07/2666-bolano-1/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/31/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-3/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="alignleft size-medium wp-image-3033" title="2666_Bolaño" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/05/2666_bolac3b1o.jpg?w=208" alt="" width="208" height="300" />Está aberta a temporada <strong>Diário de Leitura</strong> no blog Livro &amp; Café, o livro da vez é <strong>2666</strong>, de <strong>Roberto Bolaño</strong>. Estou na página 27 e vim aqui no blog contar minhas primeiras impressões com a escrita do chileno que morreu em 2003, antes do romance 2666 ser publicado. A história é a seguinte: o livro está dividido em <strong>cinco partes</strong>, antes de morrer Bolaño deixou instruções à família para que as partes fossem publicadas uma vez por ano, e assim a família pudesse negociar melhor com as editoras, um cuidado para garantir uma vida financeira melhor aos filhos. Porém, com a morte de Bolaño, um comum acordo entre seus filhos e um amigo de confiança coube a decisão de publicar 2666 numa tacada só e o resultado aqui no Brasil foram <strong>856 páginas</strong> que a Companhia das Letras publicou em 2010.  <span id="more-3021"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por isso o diário de leitura ? oitocentas e cinqüenta e seis páginas é muita história para contar e considero pertinente que os <strong>detalhes e belezas</strong> não me escapem durante essa longa jornada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>Parte 1 &#8211; A PARTE DOS CRÍTICOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">3 homens e 1 mulher: <strong>Pelletier</strong>, <strong>Morini</strong>, <strong>Espinoza</strong> e <strong>Norton</strong> são especialistas em estudar a obra de <strong>Benno von Archimboldi</strong> (escritor fictício), seja traduzindo ou buscando as respostas e perguntas que a literatura causa na sociedade. A amizade entre eles começa de forma amena, mas sucessivos encontros em congressos literários aproximam esses grandes doutores em literatura. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Por enquanto, estou gostando mais de Pelletier, que foi pioneiro em estudar Archimboldi e Liz Norton, a mulher que vê esses estudos de uma forma mais amadora, porém não menos bela, o que ela quer é ler o que emociona, o que a deixa feliz e ponto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Estou encantada com o estilo de Bolaño, tão difícil de explicar, mas é como encontrar aquele amigo intelectual e perceber que cada frase saída de sua boca é de uma simplicidade e elegância assustadora, magnífica.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">E fui ler as orelhinhas do livro: no romance 2666 temos narrativa policial, ensaística e filosófica. Os personagens que descrevi acima vão viajar para o México atrás do escritor Archimboldi e alguns assassinatos irão acontecer. Estou com a sensação que tenho em mãos uma obra-prima! </span></p>
<p><img class=" wp-image-3022 " title="roberto-bolano-at-paula-chico" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/05/roberto-bolano-at-paula-chico.jpg" alt="" width="640" height="433" />Roberto Bolaño. Foto: Archivo Revista Paula</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Para quem está chegando agora no Livro &amp; Café, <strong>Diário de Leitura</strong> é um projeto meu que começou no ano passado quando decidi ler <a href="http://livroecafe.com/tag/diario-de-leitura/" target="_blank">Grande Sertão: Veredas</a>. A ideia é, semanalmente, publicar minhas impressões sobre a leitura de um livro e, claro, as rotinas do blog permanecem inalteradas. <strong>Participe, comente, leia também.</strong> E se ficar muito difícil, vai lá fazer um café e volte, a literatura espera. </span></p>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2011/07/05/proximas-leituras/' rel='bookmark' title='Próximas leituras'>Próximas leituras</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2011/11/09/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-6/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (6)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (6)</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2011/10/31/diario-de-leitura-grande-sertao-veredas-3/' rel='bookmark' title='Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)'>Diário de Leitura &#8211; Grande Sertão: Veredas (3)</a></li>
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		<title>Amantes Sofredores</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 03:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[frases]]></category>
		<category><![CDATA[Katherine Mansfield]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando, no passado, se olharam assim, tinham sentido uma compreensão tão infinita entre eles que suas almas tinham, por assim dizer, colocado seus braços em volta uma da outra e tinham caído no mesmo oceano, contentes de se afogarem, como &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/05/amantes-sofredores/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
Leia também:<ol>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/03/17/o-genio-hiberna-em-cada-alma/' rel='bookmark' title='O gênio hiberna em cada alma'>O gênio hiberna em cada alma</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2010/11/06/os-melhores-contos-de-katherine-mansfield/' rel='bookmark' title='Os melhores contos de Katherine Mansfield'>Os melhores contos de Katherine Mansfield</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/04/11/sorteio-aula-de-canto-e-outros-contos/' rel='bookmark' title='Sorteio &#8211; Aula de Canto e outros contos'>Sorteio &#8211; Aula de Canto e outros contos</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #808080;">Quando, no passado, se olharam assim, tinham sentido uma compreensão tão infinita entre eles que suas almas tinham, por assim dizer, colocado seus braços em volta uma da outra e tinham caído no mesmo oceano, contentes de se afogarem, como amantes sofredores.</span></p>
</blockquote>
<p><span style="color: #888888;"><strong><span style="color: #333333;">Katherine Mansfield, tradução de Julieta Cupertino, Conto &#8220;Um pepino em conserva&#8221;, Aula de Canto e outros contos, Revan, p. 136</span><br />
__________________________________________________________</strong></span></p>
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<li><a href='http://livroecafe.com/2012/03/17/o-genio-hiberna-em-cada-alma/' rel='bookmark' title='O gênio hiberna em cada alma'>O gênio hiberna em cada alma</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2010/11/06/os-melhores-contos-de-katherine-mansfield/' rel='bookmark' title='Os melhores contos de Katherine Mansfield'>Os melhores contos de Katherine Mansfield</a></li>
<li><a href='http://livroecafe.com/2012/04/11/sorteio-aula-de-canto-e-outros-contos/' rel='bookmark' title='Sorteio &#8211; Aula de Canto e outros contos'>Sorteio &#8211; Aula de Canto e outros contos</a></li>
</ol>]]></content:encoded>
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		<title>Misto-Quente</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 13:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Bukowski]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Americana]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quando a verdade de outra pessoa fecha com a sua, e parece que aquilo foi escrito só para você, é maravilhoso.&#8221; Charles Bukowski (1920-1994) foi o maior inventor de anti-heróis no meu pequeno mundo literário. Ninguém melhor que ele construiu &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/05/03/misto-quente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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<p style="text-align: right; padding-left: 90px;"><span style="color: #000000;"><em>&#8220;Quando a verdade de outra pessoa fecha com a sua, e parece que aquilo foi escrito só para você, é maravilhoso.&#8221;</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-3014" title="bukowski_mistoquente" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/05/bukowski_mistoquente.png?w=209" alt="" width="209" height="300" />Charles Bukowski </strong>(1920-1994) foi o maior inventor de anti-heróis no meu pequeno mundo literário. Ninguém melhor que ele construiu personagens tão decadentes, sujos, errados e extremamente simpáticos. Uma simpatia que não vem por ser agradável, uma simpatia pela autenticidade e coragem, o que me agrada muito, afinal, neste mundo tão moderno onde o produto vendido é mais importante que o conteúdo, encontrar no meio da multidão alguém capaz de uma frase original é como localizar uma agulha no meio da caixa gigante de retalhos da avó.  <span id="more-3035"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nascido na Alemanha em 1920, filho de um soldado americano, viveu desde os 3 anos de idade nos Estados Unidos, foi muito pobre e muito bêbado. Aos 24 anos começou a publicar seus trabalhos literários: contos e poesias, mas não vivia de literatura, trabalhava nos Correios. Muitos comparam sua literatura a de <a href="http://livroecafe.com/tag/jack-kerouac/" target="_blank">Jack Kerouac</a>, mas Charles Bukowski não fez parte da <em>geração beat</em>, o termo geralmente utilizado para chamá-lo é &#8220;<strong>o último escritor maldito</strong>&#8220;, em referência aos escritores da época da &#8220;<strong>grande depressão americana</strong>&#8220;. Teve leucemia e morreu em 1994 após terminar de escrever <a href="http://livroecafe.com/2011/04/04/o-ultimo-bukowski-meu-primeiro/" target="_blank">Pulp</a>. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">No romance </span><strong>Misto-Quente</strong><span style="color: #000000;"> (</span><em><a href="http://www.lpm.com.br/site/default.asp" target="_blank">L&amp;PM Pocket</a>, tradução de Pedro Gonzaga</em><span style="color: #000000;">), o personagem principal é</span><strong> Henry Chinaski,</strong><span style="color: #000000;"> um alemão que vive nos subúrbios dos Estados Unidos, é pobre, tem um pai autoritário, uma mãe passiva, muitas espinhas e é virgem. E se não bastasse tem grande dificuldade em conviver com seus amigos de escola e seus vizinhos, e um dos motivos desse bloqueio social é seu jeito explosivo, sua postura relaxada e sua incrível capacidade de fazer inimizades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As 316 páginas de história voam velozes, culpa da narração forte de Bukowski que, em primeira pessoa, traz o leitor rapidamente ao universo do personagem principal, nos sentimos parte dele e entendemos o motivo que o leva a ser tão bruto, como uma pedra que foi esquecida no meio de um campo de batalha.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O personagem principal é alguém solitário que tenta entender o que ele está fazendo neste mundo, para onde ele tem de ir? Mas por que tem de ser para o lado de lá? Henry Chinaski busca liberdade, mesmo sabendo que esse desejo é uma utopia, mas é a busca dos bravos, dos valentes, dos inconformados, daqueles que não se deixam prender pelo simples conforto de fazer parte da manada.<br />
________________________________________________________________</span></p>
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		<title>Oscar Wilde para inquietos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 18:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francine Ramos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Percy]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Irlandesa]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Wilde]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não existe livro moral ou amoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo.&#8221; Impossível escrever sobre Oscar Wilde sem mencionar o clássico “O Retrato de Dorian Gray”, seu único romance publicado em 1890 que conta a história de &#8230; <a href="http://livroecafe.com/2012/04/30/oscar-wilde-para-inquietos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>
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<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #000080;"><strong><em>&#8220;Não existe livro moral ou amoral. Os livros são bem ou mal escritos. Eis tudo.&#8221;</em></strong></span></h2>
<div id="attachment_3004" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" wp-image-3004 " title="oscar wilde" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/04/oscar-wilde.jpg" alt="" width="512" height="350" /><p class="wp-caption-text">Oscar Wilde em 1882.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Impossível escrever sobre <strong>Oscar Wilde</strong> sem mencionar o clássico “O Retrato de Dorian Gray”, seu único romance publicado em 1890 que conta a história de um jovem que se apaixona por si mesmo e, após contemplar o seu retrato, passa a desejar que o quadro envelheça em seu lugar.  <span id="more-3003"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do romance, ele deixou vários contos infantis, novelas e peças teatrais encenadas até hoje. Sua vida pessoal também desperta muita curiosidade, pois o irlandês Oscar Wilde era uma pessoa excêntrica, muito inteligente, gostava de ser livre e quebrar paradigmas da sociedade, um revolucionário que soube transformar a rebeldia numa causa nobre de luta contra a burguesia hipócrita de sua época. Porém, após seu namoro com um homem ter chegado aos ouvidos dos poderosos da época, Oscar Wilde foi acusado e condenado por sodomia. Abaixo um trecho de “<strong>Oscar Wilde para inquietos</strong>” (<a href="http://www.esextante.com.br/" target="_blank">Sextante, 2012</a>):</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Durante o julgamento, uma carta de lorde Alfred foi apresentada como prova e, após sua leitura, foi feita a pergunta: “O Senhor reconhece que esta carta tem um conteúdo imoral?, ao que Oscar Wilde, sempre irônico, respondeu: “Pior do que isso, está mal escrita.”</span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><img class="alignleft  wp-image-3005" title="oscarwilde-parainquietos" src="http://livroecafe.com/wp-content/uploads/2012/04/oscarwilde-parainquietos.jpg" alt="" width="214" height="320" />Este trecho está no anexo intitulado de “<strong>Oscar Wilde, o homem que amava os prazeres</strong>” que faz um bom resumo sobre a vida de Oscar Wilde. Achei pertinente a escolha do autor Allan Percy em trazer frases seguidas de breves comentários acerca da utilização dessas frases como um impulso para que a vida seja melhor e ao final, a mini-biografia de Oscar Wilde, impossível ler o livro sem querer saber mais sobre esse grande nome da literatura.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além de ter Oscar Wilde como o líder das “<strong>99 máximas para viver com autenticidade e paixão</strong>”, outros nomes importantes são citados, como Woody Allen, Ernest Hemingway, James Joyce, Shakespeare entre outros. Um excelente livro para quem quer começar nos caminhos da literatura e tem receios quanto ao que chamamos de boa literatura, afinal, como escreveu Virginia Woolf “the literature is the devil”.<br />
________________________________________________________________ </span></p>
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