Mrs Dalloway por Tomaz Tadeu


A edição de Mrs Dalloway da editora Autêntica foi traduzida por Tomaz Tadeu que, além do romance mais famoso de Virginia Woolf, já traduziu outros livros interessantes. Falo dele porque a partir de sexta-feira irei publicar no blog Virginia Woolf um texto sobre Mrs Dalloway escrito por ele. E como o texto é longo e o tempo dos leitores curto, o texto será publicado em partes, então, este pequeno post é uma chamado para os woolfianos de plantão não deixarem de ler as partes do artigo intitulado “Um dia de junho de 1923: Mrs Dalloway e Cia. caminham por Londres“. Vocês vão conhecer com mais detalhes a obra Mrs Dalloway pelo olhar detalhado de um tradutor.

Aproveito também para informar que amanhã começará mais uma promoção no blog Livro & Café e @woolfv com o sorteio do Estojo Mrs Dalloway. Acompanhem o twitter e o blog para vocês não perderem nada, ok?!

(via blog Virginia Woolf)

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Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (2)


Parte 1 – A PARTE DOS CRÍTICOS

Só porque eu estava achando a leitura fácil (pois alguns amigos disseram que Bolaño escreve difícil) encalhei da página 29 a 33, por que o escritor decidiu fazer uma digressão nessas páginas onde a única pontuação utilizada é a vírgula. Não fiquei sem fôlego, porque quando o ar falta no meio da frase, considero que a frase está errada. Já dizia Clarice Lispector “não mexa nas minhas vírgulas, é a respiração de minha frase”, ou algo assim. Fiquei mesmo sem rumo, sem norte, o “tico e o teco” falharam e eu tive de ler as 5 páginas duas vezes: à noite, quando os olhos estavam cansados; pela manhã, quando os olhos sentiram o ar do delicioso outono entrando pela janela . Ah, agora sim, entendi. E vamos continuar com a aventura dos quatro amigos mosqueteiros.  Leia Mais

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Diário de leitura: 2666, de Roberto Bolaño (1)


Está aberta a temporada Diário de Leitura no blog Livro & Café, o livro da vez é 2666, de Roberto Bolaño. Estou na página 27 e vim aqui no blog contar minhas primeiras impressões com a escrita do chileno que morreu em 2003, antes do romance 2666 ser publicado. A história é a seguinte: o livro está dividido em cinco partes, antes de morrer Bolaño deixou instruções à família para que as partes fossem publicadas uma vez por ano, e assim a família pudesse negociar melhor com as editoras, um cuidado para garantir uma vida financeira melhor aos filhos. Porém, com a morte de Bolaño, um comum acordo entre seus filhos e um amigo de confiança coube a decisão de publicar 2666 numa tacada só e o resultado aqui no Brasil foram 856 páginas que a Companhia das Letras publicou em 2010.   Leia Mais

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Amantes Sofredores


Quando, no passado, se olharam assim, tinham sentido uma compreensão tão infinita entre eles que suas almas tinham, por assim dizer, colocado seus braços em volta uma da outra e tinham caído no mesmo oceano, contentes de se afogarem, como amantes sofredores.

Katherine Mansfield, tradução de Julieta Cupertino, Conto “Um pepino em conserva”, Aula de Canto e outros contos, Revan, p. 136
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