10 grandes mães da Literatura

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A construção de boas personagens é um dos principais ingredientes em uma obra literária e, dentro do universo da maternidade, há diversos e complexos pontos de vista, portanto, abaixo, você vai conhecer 10 grandes mães da literatura, que colaboraram para tornar esses livros inesquecíveis.

1. Eva (Livro: Precisamos falar sobre o Kevin – Lionel Shriver)

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Cena do filme “Precisamos Falar sobre o Kevin”, lançado em 2012

Eva vive as angustias mais profundas e desesperadas por ter um filho psicopata. A sua vida de mulher contemporânea muda muito após a maternidade, e então, a sua forma de olhar para a própria história faz dela uma das personagens mais complexas e interessantes da literatura atual. Compre o livro na Amazon | Leia a resenha 

2. Maria Lúcia (Livro: Uma Duas – Eliane Brum)

A autora conseguiu trabalhar com o tema da maternidade de um jeito muito forte e também sensível. Sem as tradicionais cenas de margarinas, que mostram o mundo lindo do amor maternal, o livro faz o leitor sentir as angustias e dificuldades em ser mãe e também em ser filha. Compre o livro na Amazon | Leia a resenha

3. Úrsula (Livro: Cem Anos de Solidão – Gabo)

Cem Anos de Solidão conta a trajetória de uma família por diversas gerações, Úrsula é uma das principais personagens e uma das poucas que se fazem presentes em quase toda a obra. É uma figura matriarcal importantíssima e que deixa qualquer leitor feliz por conhecê-la. Compre o livro na Amazon | Leia a resenha

4. Sinhá Vitória (Livro: Vidas Secas – Graciliano Ramos)

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Cena da adaptação do romance “Vidas Secas” para o cinema, em 1963.

Entre as grandes mães da literatura, a mulher do sertão está muito bem representada nessa obra clássica da literatura brasileira. Graciliano Ramos construiu uma mulher forte e diferente do que se espera de um romance escrito no início do século XX. Por meio da personagem Sinhá Vitória, vamos visitar as difíceis relações sociais e a degradação humana. Compre o livro na Amazon

5. Sra. Ramsay (Livro: Ao Farol – Virginia Woolf)

A Sra. Ramsay é uma das personagens mais fortes que Virginia Woolf criou. Além da carga dramática que a personagem dá à obra, Sra. Ramsay é considera por muitos críticos como a representação da mãe da própria autora. Compre o livro na Amazon | Leia a resenha

6. Catelyn Stark (As crônicas de gelo e fogo – George R. R. Martin)

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Catelyn Stark na série “Guerra dos Tronos”.

Mãe clássica, sofredora, protetora, que perdoa, que faz prevalecer a sua honra e a dos filhos. E se eu falar mais é spoiler! Compre o livro na Amazon

7. Sra. Bennet (Orgulho e Preconceito – Jane Austen)

Impossível ler Orgulho e Preconceito e não ficar, no mínimo, intrigada com a mãe da protagonista que produz no leitor raiva e ao mesmo tempo, se ele tiver um olhar mais atento, empatia. Compre o livro na Amazon | Leia a resenha

8. Emma Bovary (Madame Bovary – G. Flaubert)

Emma casa-se com Charles, com ele tem uma filha, Berta, e vive uma vida entediada. Quando o livro foi publicado, em 1857, foi um escândalo porque a história, segundo os bons modos e costumes da época, era uma ofensa, pois Emma Bovary era uma mulher adúltera. Compre o livro na Amazon

9. Molly Weasley (Harry Potter)

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Cena do filme “Harry Potter”.

Como deixar de fora Molly Weasley em uma lista de grandes mães? Mãe maravilhosa da família mais feliz e bonita do mundo bruxo. Cozinha, faz tricô e mata também as bruxas do mal. Compre o livro na Amazon

10. Ifeoma (Hibisco Roxo – Chimamanda)

Ifeoma é tia da protagonista da história, uma garota que possui um pai muito religioso e que leva o seu fanatismo a momentos de violência e desespero, tanto pra narradora, quanto para o leitor. A tia Ifeoma aparece como um ponto de esperança, ao mesmo tempo que demonstra toda a sua força e coragem para enfrentar o irmão fanático, a sociedade e o seu próprio trabalho como professora. Compre o livro na Amazon | Leia a resenha

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Francine Ramos
Editora da Livro&Café desde 2011. É professora de Língua Portuguesa e tenta ser escritora (um conto seu foi publicado na coletânea Leia Mulheres, em 2019). Acredita que os livros podem mudar o mundo e ama Virginia Woolf.

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