Hannah Arendt e a banalidade do mal

Muitas pessoas acham que “filosofar” é ficar pensando e pensando sem muita conexão com a realidade. Mas o fato é que a Filosofia faz intensos diálogos com diversos campos do conhecimento e nos ajuda a questionar os nossos comportamentos enquanto indivíduos e sociedade.

Hoje eu deixo uma cena de um filme sobre uma das filósofas mais importantes da História Ocidental. Neste trecho de “Hannah Arendt”, de 2012, a pensadora disserta sobre a banalidade do mal no contexto do nazismo e do Holocausto, mas podemos refletir sobre esta fala também no contexto atual. O roteiro da obra é, em boa parte, baseado no livro “Eichmann em Jerusalém: Um relato sobre a banalidade do mal”, escrito pela filósofa política alemã de origem judaica.

Bruna Bengozi

Bruna é mestra em História pela USP, redescobriu (e redescobre) o amor pelos livros, pela música e pela vida. Aguarda ansiosamente a queda do capitalismo e do patriarcado. Sofre de "síndrome do impostor".

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