7 frases de Euclides da Cunha

Euclides da Cunha (1866 – 1909) foi um escritor e jornalista brasileiro, mais conhecido por sua obra “Os Sertões”, que narra os conflitos do povo do sertão do Brasil. Além de seu trabalho literário, o autor trabalhou em grandes jornais, como “O Estado de São Paulo” e possui uma vasta publicação entre textos jornalísticos, correspondências, ensaios etc. Abaixo fizemos uma seleção com 7 frases de Euclides da Cunha. No entanto, ainda é muito pouco em relação à grandiosidade de sua obra.

“O sertanejo é, antes de tudo, um forte.” (Os Sertões)

“Não é o bárbaro que nos ameaça, é a civilização que nos apavora.” (Os Sertões)

“Estamos condenados à civilização. Ou progredimos ou desaparecemos.” (Os Sertões)

“O bandeirante foi brutal, inexorável, mas lógico. Foi o super-homem do deserto.” (Os Sertões)

“Canudos tinha muito apropriadamente, em roda, uma cercadura de montanhas. Era um parêntesis; era um hiato. Era um vácuo. Não existia. Transposto aquele cordão de serras, ninguém mais pecava.” (Os Sertões)

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“Num país em que toda a gente acomoda a sua vidinha num cantinho de secretaria, ou numa aposentadoria, eu estou, depois de haver trabalhado tanto, galhardamente, sem posição definida! Reivindico, assim, o belo título de último dos românticos, não já do Brasil apenas, mas do mundo todo, nestes tempos utilitários! Julgo, entretanto, que hei de arrepender-me muito, mais tarde, desta vaidade…” (carta a Oliveira Lima, 25 maio 1908)

“Eu tenho fanatismo tão insensato pela palavra, pela tribuna que, faça embora o que fizer de melhor para a sociedade, terei cumprido mal o meu destino se não tiver ocasião de, pelo menos uma vez, erguer a minha palavra sobre a fronte de qualquer infeliz, abandonado de todos; e aí impávido, altivo, audaz e insolente arriscar em prol de sua vida obscura todas as energias de meu cérebro, todos os meus ideais — a minha ilusão mais pura, o meu futuro e a vida minha!…” (caderno de notas de leitura n. 26)

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Francine Ramos

Faz da Livro&Café parte essencial de sua vida desde 2011. É professora de Língua Portuguesa, adora ler, escrever (um dia vai publicar um livro) e trabalhar com mediação de leitura. Acredita que os livros podem mudar o mundo e ama Virginia Woolf.

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