Peaky Blinders: uma série para se apaixonar e maratonar

Ah, os olhos… Lindos olhos azuis. Foram eles que me fizeram dar o play em uma das melhores séries que já assisti até hoje. De quem estou falando? Dos olhos de Cillian Murphy, protagonista da série britânica Peaky Blinders, da BBC.

Baseada em uma história real, a trama conta a saga da gangue Peaky Blinders, liderada por Tommy Shelby (interpretado pelo ótimo – e lindo – Murphy) e sua família. O clã atua em apostas ilegais em corridas de cavalo, extorsões e assaltos, e é conhecido por usar boinas com navalhas. Então já dá para imaginar como são as brigas, né?

Cillian Murphy como Tommy Shelby. Reprodução/BBC.

Ambientada em Birmingham, Inglaterra, a série acompanha os personagens ao longo de importantes acontecimentos históricos, como a Primeira Guerra Mundial, a “ameaça” comunista na Inglaterra, a crise de 1929 etc. E nem preciso dizer que os diálogos são ótimos, as atuações incríveis, com destaque para as personagens femininas fantásticas… É impossível não se ver envolvida com os dramas familiares dos Shelby e encantada pelo seu anti-herói, Tommy. E para quem gosta de boa música, a trilha sonora é um deleite, com direito a Nick Cave and the Bad Seeds, PJ Harvey, White Stripers, Radiohead, Johnny Cash e mais!

A produção estreou em 2013 e tem quatro temporadas disponíveis na Netflix, com seis episódios cada. A quinta temporada estreia amanhã, dia 25, no Reino Unido e tem previsão de chegar por aqui na plataforma de streaming no dia 4 de outubro.

Ah, uma outra informação para te deixar com mais vontade de assistir: David Bowie era fã de Peaky Blinders!

Então, promete que vai maratonar?

Cafezinho, nossa nova coluna, tem como objetivo reunir indicações variadas com um diferencial: os textos serão curtos e até mais intimistas, bem propícios para se ler naquelas pausas de poucos minutos – ou em qualquer momento que você quiser, fique à  vontade!

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Bruna Bengozi

Bruna é mestra em História pela USP, redescobriu (e redescobre) o amor pelos livros, pela música e pela vida. Aguarda ansiosamente a queda do capitalismo e do patriarcado. Sofre de "síndrome do impostor".

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