Caio Zero

25 páginas: Caio Zero lança HQ independente

Partindo de reflexões sobre o cotidiano, quadrinista carioca publica suas vivências em quadrinhos.

25 Páginas, HQ do carioca Caio Zero, é uma coletânea de tirinhas, traços, temáticas e razões variadas. Nasce de um caos chamado cotidiano, das belezas, tristezas e poesias que traz. É sobre olhar no espelho, ver que tudo anda difícil e sentir vontade de gritar. Sobre se apaixonar, chorar por essa paixão e renascer novamente. 25 Páginas é um nome qualquer para falar de uma vida qualquer.

Esse é segundo livro de Caio Zero e, segundo o artista, é diferente do primeiro, Antologia I e II, que tem narrativas um pouco mais longas, de 5 a 4 páginas. “[…] resolvi experimentar a narrativa mais curta das tirinhas, os temas são reflexivos, muitas vezes é uma questão ou um aprendizado sobre vida, deixo sempre em evidência, personagens negros/pardos nas minhas histórias já que elas falam sobre a minha pessoa, como homem negro e sobre aprendizado com pessoas negras”, diz o quadrinista.

25 Páginas, de Caio Zero. Divulgação.
25 Páginas, de Caio Zero. Divulgação.
25 Páginas, de Caio Zero. Divulgação.
Caio Zero
25 Páginas, de Caio Zero. Divulgação.
Caio Zero
25 Páginas, de Caio Zero. Divulgação.

O quadrinho inicialmente ia ser lançado na PerifaCon deste ano, graças à captação de recursos via Catarse. Porém, com a pandemia, os livros que chegaram no início do ano ficaram presos na casa do quadrinista e agora podem ser adquiridos diretamente com o artista via redes sociais.

Sobre o autor

Caio Zero

Graduado em Licenciatura em Artes pela UFRRJ, artista-educador, quadrinista e ilustrador. Já publicou de forma independente os títulos “Antologia I e II” e “25 Páginas”. Participou de eventos como Banca de Quadrinhos do Itaú Cultural, Bienal do Livro RJ, LER Salão de leitura carioca, SIQ, Des.Gráfica, Butantã Gibicon e FLIB. Como educador, atuou no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID/CAPES) e ministrou oficinas na Casa do Jongo e em escolas municipais da Baixada Fluminense. Além da participação em animações como Diretor em “Césio, O Camaleão” e como Layotista no curta-metragem “Nana e Nilo – Cidade Verde. Suas obras têm grandes influências do cotidiano periférico, do rap, de relações sociais e vivências como homem negro, elementos que o atravessam diariamente e fornecem reflexões e imagens para narrar histórias.


Imagem padrão
Bruna Bengozi
Bruna é mestra em História pela USP e graduanda em Letras pela Univesp. Redescobriu (e redescobre) o amor pelos livros, pela música e pela vida. Aguarda ansiosamente a queda do capitalismo e do patriarcado. Sofre de "síndrome da impostora".

Assine nossa newsletter

Toda semana um resumo com os principais conteúdos da revista em seu e-mail!

2 comentários

  1. Adorei!
    Caio é um artista incrível que eu tenho a honra de conhecer!

Deixe um comentário