Malba Tahan é o pseudônimo adotado pelo escritor brasileiro Júlio César de Mello e Souza, nascido em 1895 no Rio de Janeiro. Reconhecido por suas obras de literatura infantojuvenil, Tahan ficou imortalizado principalmente por seu livro “O Homem que Calculava”, publicado em 1938. Sob o disfarce de um autor árabe, Malba Tahan envolve seus leitores em narrativas repletas de enigmas matemáticos, desafios lógicos e histórias cativantes. Seu estilo único combina a magia das histórias orientais com o fascínio pela matemática, tornando suas obras não apenas educativas, mas também envolventes e acessíveis a um público diversificado.
Através de suas narrativas, Malba Tahan contribuiu significativamente para popularizar a matemática no Brasil, tornando-a mais acessível e interessante para crianças e jovens. Seu talento em transformar conceitos complexos em tramas intrigantes e personagens cativantes é evidente em suas diversas obras. O legado de Malba Tahan vai além das páginas de seus livros, inspirando gerações de leitores a desenvolverem um apreço pela matemática e pelo raciocínio lógico de uma maneira lúdica e envolvente.
1. A caixa do futuro
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São duas histórias formidáveis do mestre Malba Tahan, contendo edificantes ensinamentos em um único livro: em A caixa do futuro, um príncipe árabe, ao completar dez anos, pede a seu pai um curioso presente. Esse tesouro, que ele acaba encontrando, o leva a uma fantástica aventura por mar e desertos. A segunda, O guia carajá, é uma lenda sertaneja passada no Brasil: o fascinante roteiro do bandeirante Anhanguera através das matas do sertão, guiado por um intrépido carajá. + AMAZON
2. A pequena luz azul
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Ao acordar no meio da madrugada, o Sultão El-Khamir ficou intrigado com uma luzinha azul brilhando, muito viva, a distância. Então decide investigar. Chamou Deus e o mundo para ajudá-lo a descobrir de onde se originava a luz, quem a acendera e para que propósito. Talvez o Prefeito, para orar. Ou o Ministro, em seus estudos noturnos. Quem sabe o General, preocupado em proteger o Rei. O angustiado Sultão precisa saber: de onde vinha, afinal, a pequenina luz azul? + AMAZON
3. Os melhores contos
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Em Os melhores contos estão algumas das melhores histórias e lendas do mundo árabe, trazendo um pouco da sabedoria, fantasia e aventura as Mil e Uma Noites. Entre as 28 histórias aqui reunidas, estão “Os trinta e cinco camelos” – um dos pontos altos de O homem que calculava – e “O tesouro de Bresa”, de Lendas do deserto. + AMAZON
4. Mil histórias sem fim
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Dois reis de temperamentos diferentes e uma aposta. Um homem culto e de passado misterioso, alvo desse jogo. E muitas histórias de reis, rainhas, sábios e trabalhadores. Com todos estes elementos, o grande contador de histórias do Oriente, Malba Tahan, faz sua própria seleção de contos da Arábia e de outras partes do mundo antigo, ao estilo das Mil e Uma Noites. Com linguagem rica e enredos fascinantes, Malba Tahan leva o leitor a um passeio pelas tradições da cultura árabe. + AMAZON
5. O tesouro de Bresa (Malba Tahan)
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O alfaiate Enedim, trabalhador e de boa índole, sonha em se tornar um homem abastado. Mas apesar de muito trabalhar, tecendo, costurando e cortando fazendas em sua loja, esse dia parece que jamais chegará. Até Enedim encontrar um misterioso vendedor e um livro com a localização do lendário tesouro de Bresa. O problema é que o livro é cheio de códigos matemáticos e escrito em vários idiomas. Será que o alfaiate conseguirá descobrir seu paradeiro? • Malba Tahan produziu 69 livros de contos e 51 de matemática. • Sua obra mais famosa, O homem que calculava, já foi traduzida para mais de uma dezena de idiomas e influenciou gerações. + AMAZON
6. Novas lendas orientais (Malba Tahan)
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Um mestre na arte de contar histórias, Malba Tahan ― pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza ― a cada livro surpreende com uma fonte inesgotável de tramas e personagens. As lendas que cria, misturando fantasia e moralidade, transportam o leitor no tapete mágico da imaginação a cenários encantados, típicos das Mil e Uma Noites. Em Novas lendas orientais, Malba Tahan esboça um retrato da cultura árabe, usando como exemplo fábulas que passeiam entre China, Arábia e Bagdá. São quatorze contos recheados de amor, traições, vilanias e aventuras… + AMAZON
7. E se você ainda não conhece “O homem que copiava”…
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Usando a Matemática de forma leve cativante, O homem que calculava vem sendo consumido com rara avidez há gerações. A Matemática leve e divertida apresentada nesta obra é, sem dúvidas, menos dolorosa que a ensinada nas escolas. Malba Tahan conseguiu realizar quase um milagre, uma mágica: unir ciência e ficção. Seu talento e sua prodigiosa imaginação são capazes de criar personagens e situações de grande apelo popular, o que explica seu imenso sucesso. O homem que calculava é uma oportunidade para os aficionados dos algarismos e jogos matemáticos se deliciarem com os vários capítulos lúdicos deste livro. Beremiz Samir, um viajante com o dom intuitivo da Matemática que maneja os números com a facilidade de um ilusionista, resolve problemas aparentemente sem solução com impressionante simplicidade. Figuras e tabelas facilitam ainda mais a leitura desta obra-prima da literatura infantojuvenil. + AMAZON