Eduardo Galeano: 15 frases para conhecer o pensamento do escritor

Eduardo Galeano é um nome muito forte quando se fala em compreensão da América Latina. Nascido no Uruguai em 1940, o escritor e jornalista publicou mais de 40 livros sobre jornalismo, ficção, análise política e História. Portanto, selecionamos abaixo 15 frase de Eduardo Galeano que te ajudarão a conhecer mais o pensamento desse grande escritor.

1
“O mundo está dividido, sobretudo, entre indignos e indignados, e todos já sabem de que lado querem ou podem estar.”

2
“Se eu caí, é porque estava andando. E caminhar vale a pena , mesmo se você cair.”

3
“Violência gera violência, como se sabe; mas também gera lucros para a indústria da violência, que o vende como espetáculo e o transforma em objeto de consumo.”

4
“Acredito que nascemos filhos dos dias, porque cada dia tem uma história e nós somos as histórias que vivemos…”

5
“Quem não é prisioneiro da necessidade, é prisioneiro do medo. Uns não dormem pela ansiedade de ter o que não têm, e outros não dormem pelo pânico de perder o que têm.”

6
“Só os tolos acreditam que o silêncio é um vazio. Nunca está vazio. E às vezes a melhor maneira de se comunicar é ficar quieto.”

7
“Agora a América é, para o mundo, nada mais que os Estados Unidos : habitamos, no máximo, uma sub-América, uma América de segunda classe, de identificação nebulosa. É a América Latina, a região das veias abertas.”

8
“Se a natureza fosse um banco, eles já a teriam salvado.”

9
“Existe a chamada comunidade internacional? É mais do que apenas um clube de comerciantes, banqueiros e guerreiros? É algo mais do que o nome artístico que os Estados Unidos usam quando fazem teatro?”

10
“A caridade é humilhante porque é exercida verticalmente e de cima; a solidariedade é horizontal e implica respeito mútuo.”

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11
“A primeira condição para modificar a realidade consiste em conhecê-la.”

12
“A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu; e ela não perde o que merece ser salvo.”

13
“O amor pode ser provocado deixando cair um punhadinho de pó de “me ame”, como por descuido, no café ou na sopa ou na bebida. Pode ser provocado, mas não pode ser impedido. Não o impede nem a água benta, nem o pó de hóstia; tampouco o dente de alho, que nesse caso não serve para nada. O amor é surdo frente ao verbo divino e aos feitiços das bruxas. Não há decreto de governo que possa com ele, nem poção capaz de evitá-lo, embora as vivandeiras apregoem, nos mercados, infalíveis beberagens com garantia e tudo.”

14.
A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais a alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.

15
“O medo nos governa. Essa é uma das ferramentas de que se valem os poderosos, a outra é a ignorância”

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