Na Janela: Jornadas Antirracistas (Companhia das Letras)

Nos dias 26, 27 e 28 de junho, seis bate-papos e uma intervenção poética colocam em foco um debate premente para a construção de uma democracia plena: a ampliação das vozes e da luta antirracista. Com a participação de escritores, educadores, jornalistas, ativistas, pesquisadores e empreendedores, as Jornadas Antirracistas vão discutir temas diversos e prestar uma homenagem a Sueli Carneiro, uma de nossas maiores intelectuais contemporâneas, ativista e feminista antirracista.

As conversas acontecem ao vivo no canal Companhia das Letras no YouTube e os leitores podem contribuir com perguntas.

Abaixo, confira a programação completa das Jornadas Antirracistas:

Sexta-feira, 26 de de junho

18h | Abertura

Performance de lançamento do livro “Não pararei de gritar”, com Carlos de Assumpção. Mediação: Paulo Sabino

Sábado, 27 de junho

15h | Educação e infâncias negras

Com Bel Santos, Kiusam de Oliveira e Otávio Júnior. Mediação: Juê Olívia

17h | Racismo estrutural e institucional

Com Cida Bento, Jurema Werneck e Silvio Almeida. Mediação: Ronilso Pacheco

19h | Feminismos negros: Uma homenagem aos 70 anos de Sueli Carneiro

Com Sueli Carneiro, Bianca Santana e Djamila Ribeiro. Mediação: Flávia Oliveira

Domingo, 28 de junho

15h | Ficções contemporâneas

Com Jarid Arraes, Jeferson Tenório e Jessé Andarilho. Mediação: Adriana Couto

17h | Cultura, ativismo e empreendedorismo

Com Eliane Dias, Monique Evelle e Nina Silva. Mediação: Flavia Lima

19h | Qual democracia?

Com Acauam Oliveira, Samuel Gomes e Thiago Amparo. Mediação: Flavia Rios

Além disso, a Companhia das Letras tem uma página do Na Janela na Amazon Brasil, em que os títulos mencionados durante o evento e muitos outros relacionados com o tema do festival estão com descontos especiais: https://amzn.to/2BFeqSH 

Para mais informações, acesse a página do evento no Instagram.

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Bruna Bengozi
Bruna é mestra em História pela USP, redescobriu (e redescobre) o amor pelos livros, pela música e pela vida. Aguarda ansiosamente a queda do capitalismo e do patriarcado. Sofre de "síndrome do impostor".
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