É um prazer imenso ler um livro e destacar os trechos mais impactantes! No livro “O morro dos ventos uivantes”, da escritora Emily Brontë, essa sensação de estar diante de grandes frases acontece com muita frequência. Assim, abaixo você confere as oito frases mais impactantes do livro “O morro dos ventos uivantes”. Delicie-se.

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Sinopse do livro:

Ao voltar de uma viagem, o pai da família Earnshaw não traz consigo os presentes que os filhos lhe pediram — em vez disso, traz um garotinho perdido de pele escura, que encontrou vagando no porto. O menino ganha um nome — Heathcliff —, mas jamais um sobrenome, o primeiro dos atributos da família a que ele não terá acesso. Catherine é a única a acolhê-lo, e essa relação, repleta de amor, obsessão e vingança, atravessa gerações e não é detida nem mesmo pela morte.

Publicado pela primeira vez em 1847, O Morro dos Ventos Uivantes é um romance de igual beleza e brutalidade. Com múltiplas perspectivas narrativas, o livro toca em temas primordiais para a sociedade, como questões de alteridade, empatia, comunicação e preconceitos. Reconhecido como uma das grandes obras da literatura mundial, o livro já teve mais de 10 adaptações cinematográficas, influenciando também a música pop com a canção de Kate Bush no final da década de 1970.”

Não sei como explicar, mas certamente que tu e toda a gente têm a noção de que existe, ou deveria existir, um outro eu para além de nós próprios.

Eu não consegui suportar aquilo. Peguei meu volume surrado pela capa e joguei no canil, dizendo que odiava bons livros.

-Por que você não pode ser sempre uma boa menina, Cathy?
E ela virou o rosto para ele, rindo, e respondeu:
-Por que não pode ser sempre um bom homem, pai?

Parece-me que qualquer amor pudesse durar mais de um ano.

No fim das contas, precisamos zelar por nós mesmos; os mansos e os generosos só parecem demonstrar um egoísmo mais justificável que os autoritários.

Quanto mais os vermes se contorcem, mais anseio por esmagar suas entranhas! É uma compulsão moral; quanto mais a dor aumenta, mais energia tenho.

Muitas vezes provocamos os fantasmas e nos desafiamos mutuamente a andar e chamar os mortos por entre as sepulturas.

As lágrimas nem tempo tiveram para rolar, pois a angústia secou-as primeiro.

Saiba mais sobre Emily Brontë:“…E por que pensar na autora além do livro “O morro dos ventos uivantes”? Porque quando se está diante de um livro clássico, além da história, há uma outra história para ser acessada. Neste caso, a história de vida de uma mulher que viveu integralmente para a literatura, mas devido ao encarceramento social a qual foi submetida, publicou pouco e quase foi apagada pela história.”

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