Tag: Crônicas

O valor do meu riso?

Prometi uma crônica por semana, ou uma pequena anotação, um parágrafo apenas que me trouxesse de volta o desejo de escrever alguma coisa que não resenha; não notícia; não jornalismo. Alguma coisa…

A Bolsa e a Vida (Carlos Drummond de Andrade)

Carlos Drummond de Andrade é uma das minhas lembranças preferidas do colegial, pois eu tive um professor de literatura que pedia aos alunos para declamarem poesias, com direito a cenário, figurino, espectadores…

Uma leve simetria, de Rafael Bán Jacobsen

Ou “Crônica de um Amor Desesperado”. Ou “Estrelas Vazias”. Ou “As Emanações Silenciosas”. Ou “A Vertigem Inominável”. Não importa realmente o título, mas a intensidade que mora em cada um deles, numa…

Eu nunca falo de café

Na música, no cinema e na literatura podemos ver que simples detalhes ficam de fora e assumem grande importância no papel fundamental da história. Enquanto você acorda, vai ao trabalho, conversa, pensa,…

Sala de Embarque (Marcos Mantovani)

Um escritor é feito de todos os livros que ele leu, de sua criatividade, inteligência e, claro, daquela coisa mística e misteriosa que faz o escritor querer ser escritor, o músico ser…

Escrevendo no Escuro

Escrevo no escuro com a sombra das minhas mãos marcando o papel. Próximo a esse caderno tem uma vela com o delicado fogo azul e amarelo tentando suavemente me iluminar. Olho para…

Quando os olhos piscam

O sol brilhava fosco no horizonte da cidade cinza. Um carro preto cruzava a linha do trem, um carro azul fazia uma curva aberta, quase se perdendo no muro. Do outro lado…

Prateleira de Fios

Olhar minha prateleira de livros é como visualizar os pontos por onde minha mente já navegou. Cada livro ali – grande pequeno, amarelo, vermelho, azul – representa o que sobrou de um…

Carta à Virginia Woolf

Querida Virginia Não sei como começo. Parabenizando-lhe pelos seus 129 anos? Eu acredito que sua idade vai muito além desses números, tão eternos para nós humanos comparados à nossa vida aqui e…

Xícara

O que sobrou foi uma xícara. O que sobrou foi uma xícara que recebe uma sombra clara todos os dias quando são seis da manhã. É sempre uma nuvem que passa pela…